Como fidelizar clientes com uma boa gestão

O bem mais precioso de uma empresa é o cliente fiel. Não importa o tamanho dessa empresa, seja pequena ou uma multinacional, sem os clientes ela não se sustenta e todos os esforços para garantir a manutenção de clientes satisfeitos são válidos.

Clientes fidelizados ajudam a empresa não só movimentando o caixa, mas também (para não dizer principalmente) influenciando novos clientes a comprarem determinados produtos ou serviços das empresas as quais confiam.

O foco na conquista de novos clientes costuma ser tão intenso nas empresas que muitas vezes elas se esquecem da importância de trabalhar os clientes que já fazem parte da base de consumidores fieis. Conquistar novos clientes custa, em média, 5 vezes mais do que manter os clientes fiéis da empresa. Clientes fidelizados gastam cerca de 10 vezes mais do que um consumidor comum.

O processo de fidelização de clientes precisa envolver os profissionais de vendas da empresa. É um processo importante do departamento comercial que merece, inclusive, equipe exclusiva à tarefa.

A competitividade acirrada do mercado faz com que não seja suficiente apenas a oferta de produtos ou serviços de qualidade. Os clientes têm mudado de opinião sobre o que consideram excelência de atendimento e isso torna o processo mais complicado para as empresas. O diferencial está nos detalhes.

Porque investir na fidelização de clientes

Além de reduzir as despesas, a manutenção de clientes fidelizados traz inúmeros outros benefícios para as empresas, entre eles:

  • Amplia a penetração da marca através da indicação para outras pessoas;
  • Aumento no consumo e do ticket médio da empresa gerando mais lucro;
  • Redução de custos em campanhas de marketing e atração de novos clientes;
  • Possibilidade de venda de produto com valores mais altos já que o preço passa a não ser fator primordial para a compra;

As pequenas empresas ainda levam maior vantagem sobre as multinacionais, tendo a possibilidade de utilizar programas de fidelidade, que proporciona maior proximidade com os clientes. Os pequenos empreendedores têm a possibilidade de conhecer seus clientes e maior proximidade com eles.

Mas fidelizar não é apenas fazer o cliente comprar novamente na empresa. Além disso, é preciso oferecer recompensas que agregam valor aos produtos e à marca, criando um diferencial do seu negócio em relação à concorrência.

Como fidelizar os clientes

Agora você já sabe a importância de trabalhar a fidelização de seus clientes e precisa pensar em estratégias para melhorar esse relacionamento.

  1. Conheça seu cliente

A base principal para qualquer estratégia de relacionamento e fidelização de clientes é conhecê-los. Somente assim sua empresa poderá identificar quais são as melhores formas de encantar e manter os clientes próximos ao seu negócio.

Não meça esforços para conhecer as preferências e características dos clientes. É importante descobrir:

  • Quais são os valores mais importantes
  • O que eles consideram ser o diferencial da sua empresa
  • Quais meios de comunicação mais utilizados
  • Quais são as preferencias de premiação de um programa de fidelidade
  • Porque preferem a sua empresa

Essas respostas podem ser obtidas através de pesquisas de mercado, que podem ser realizadas de maneira formal ou informal.

  1. Armazene e analise as informações cadastrais dos clientes

Um sistema ERP online permite o registro de dados cadastros de clientes e a consulta sobre as preferências de compra, prazos, produtos e muitas outros dados importantes para traçar estratégias de marketing e fidelização de clientes.

Sua empresa pode ainda utilizar um programa CRM integrado que organiza as estatísticas e dá sugestões de performance para as equipes de vendas da empresa.

  1. Preocupe-se com o atendimento

O atendimento é o primeiro contato do cliente com a empresa e a equipe precisa estar treinada para fornecer um atendimento impecável. Mais uma vez é essencial conhecer os clientes para identificar o que eles consideram como qualidade de atendimento e superar suas expectativas.

É importante demonstrar comprometimento com o cliente e estar acessível para qualquer solicitação que ele possa fazer. Além disso, atendimentos rápidos que evitam filas no estabelecimentos é um diferencial, por isso, recomendamos o uso de um PDV online para que as vendas ocorram com um clique,

  1. Seja proativo e crie um programa de pós-venda

O pós-venda não significa apenas resolver problemas ou identificar a satisfação do cliente com aquela compra específica. É preciso demonstrar preocupação e o desejo de que ele retorne a efetuar compras na empresa, antecipando possíveis necessidades do cliente.

Utilizar recursos de personalização é uma ótima ideia com a oferta de produtos que possam complementar a compra já efetuada ou ainda outros que posam interessar.

A fidelização de clientes é uma prática que deve ser incentivada nas empresas. Quando ela funciona em conjunto com produtos ou serviços de qualidade e atendimento de excelência, os clientes se sentirão valorizados e darão preferência de compra para a sua empresa.

 

Descubra como o empreendedorismo pode ajudar uma cidade a se desenvolver

Você já deve ter escutado algumas pessoas dizendo as seguintes frase:

  • “Aquela cidade é tão precária que só tem um mercadinho.”
  • “ O lugar é um fim do mundo, não tem nem lanchonete.”

Isso tudo porque as pessoas associam pontos comerciais e serviços como desenvolvimento, se um lugar não tem um comercio mínimo, provavelmente ele será tratado como pequeno ou precário. Por isso, comemora-se quando um novo shopping abre numa determinada cidade ou uma grande franquia abre no local, isso é prova de que a cidade está se desenvolvendo e de “quebra” gera mais empregos e mais crescimento.

O que poucas pessoas se dão conta é que o comércio não é único tipo de desenvolvimento que uma cidade pode receber. A criação de ongs ou outras instituições de ajuda social também são uma forma de empreendedorismo e são valiosas para uma cidade.

Nos cursos de Mestrado e Doutorado em Desenvolvimento Local são apresentadas as diferentes formas de se gerar desenvolvimento local, como é o caso que citamos acima sobre empreendedorismo social, que faz com que um problema específico de uma região seja combatido com a implementação de um negócio que solucione o determinado problema.

Para um lugar ser considerado desenvolvido ele deve atender alguns princípios básicos para sua população, são eles:

  • a inclusão social;
  • o fortalecimento e a diversificação da economia local;
  • a inovação na gestão pública;
  • a proteção ambiental e o uso racional de recursos naturais;
  • e a mobilização social.

Se faltar um desses itens, o lugar precisa de desenvolvimento e quanto mais desenvolvimento a cada aspecto listado acima, melhor a situação desse lugar. Pode parecer uma tarefa simples, mas não é, prova disso está na quantidade de pequenas e até mesmo grandes centros que ainda precisam melhorar e muito aspectos sociais e ambientais por exemplo.

Uma outra abordagem do empreendedorismo que ajuda a desenvolver uma cidade é o empreendedorismo sustentável que faz com que a comunidade aproveite seus recursos de modo que coisas que antes eram jogadas fora, viram peças úteis e de valor financeiro.

Vale lembrar que nenhum tipo de empreendimento é simples, mas todos eles colaboram com o desenvolvimento de um local.

Saiba como montar uma loja virtual sem estoque

Este texto foi escrito por Thiago Távora, consultor de e-commerce da iSET, empresa de tecnologia que oferece como principal solução uma poderosa plataforma de e-commerce SaaS, 100% em nuvem e em formato White Label para revenda.

Atualmente, os investidores que buscam o campo virtual têm uma gama de oportunidades e facilidades à disposição. Entre elas, destaca-se o modelo de negócio de loja virtual sem estoque — que, apesar de pouco conhecido, pode trazer vantagens ao empreendimento.

Existem diferentes modalidades em que a loja pode atuar sem ter seu próprio estoque ou utilizar o de terceiros para complementar o seu. No post de hoje nós apresentaremos mais sobre o modelo, suas características, sua implementação, suas vantagens e seus desafios. Acompanhe!

Como funciona uma loja virtual sem estoque?

Para o e-commerce, em específico, algumas técnicas de gestão são mais interessantes. Vamos a elas:

Drop shipping
Nesse modelo de gestão o revendedor não tem estoque próprio e utiliza o de seus fornecedores como um Buffer Inventory (pulmão de inventário). Ele comercializa os produtos na sua loja virtual normalmente, mas o fornecedor ficará responsável por separará e enviará o pedido.

Crossdocking
É o sistema de distribuição em que a mercadoria do centro de distribuição não passa por processos de estocagem, mas pelo preparo para o processo de carregamento e envio para o cliente no menor tempo possível. Nesse modelo, os produtos partem do ponto de recebimento para a expedição ou entrega com tempo de estoque nulo ou limitado.

Vendas just in time
Esse sistema prevê a administração enxuta: nela os produtos são produzidos, transportados ou adquiridos na hora exata. No caso do e-commerce, o negócio mantém uma relação estreita com fornecedores e faz os pedidos após a compra do cliente no site.

Sobrepor cobertura de estoque
Trata-se de um indicador que aponta, em dias, a disponibilidade dos produtos em estoque para cobrir as demandas de vendas. Em outras palavras, a cobertura calcula em quantos dias o estoque pode se esgotar. A média é feita com a seguinte fórmula: cobertura = estoque / média de vendas.

Quais as vantagens desse tipo de sistema?

Oportunidade para quem tem poucos recursos
Muita gente quer montar um e-commerce mas não tem todos os recursos para começar. Uma parceria com um fornecedor que possa atendê-lo just in time ou por drop shipping reduzirá a necessidade de investimentos em estoque. Isso possibilitará economias com aluguel do armazém e demais custos operacionais.

Possibilidade de suprir as demandas
Com um fornecedor externo para suprir a demanda, o negócio pode aperfeiçoar sua estratégia e atender o cliente em qualquer situação. Isso ajudará a aumentar a satisfação deste, evitando que ele procure a concorrência.

Chance de comprar a prazo
Uma alternativa interessante é adquirir a mercadoria com o fornecedor e negociar o pagamento a prazo. Trabalhando com o “dinheiro do fornecedor”, seu empreendimento reduz a margem de investimento em mercadorias — isso viabiliza investimentos em divulgação e ferramentas de gestão.

Quais são os desafios para as lojas virtuais sem estoque?
Nem tudo são flores nesse modelo, mas os gestores podem se antecipar em relação aos possíveis entraves e desenvolver uma estratégia sólida. Vamos às sugestões:

Parceria sólida com fornecedores
Principalmente nas vendas a prazo, é preciso criar uma parceria baseada na confiança, uma vez que ambas as partes ganham com a relação. Nem todos os fornecedores vendem sem garantia e nem todos podem entregar a encomenda no prazo que a internet exige. Assim, é essencial aprofundar a relação e criar um laço de confiança duradouro.

Atender às expectativas do consumidor
Nem sempre o e-commerce poderá saber como o produto chegou na casa do comprador e, por isso, é importante conhecer o modus operandi do fornecedor. Nesse tipo de comércio, nem sempre os preços são as únicas coisas avaliadas pelo consumidor — por isso é importante avaliar se os processos do fornecedor são eficientes e conseguem atender às suas demandas.

Como mencionamos, a proposta de ter uma loja virtual sem estoque funciona, mas é preciso contar com processos estreitos, que prezam pela agilidade e pela satisfação do cliente. Também é preciso colocar tudo “na ponta do lápis” para avaliar se a margem de lucro consegue sustentar o negócio. No mais, boas vendas!

Gostou do que leu? Aproveite e veja este artigo que trata especificamente de dropshipping e suas vantagens. Até breve!

 

Quais as principais características da logística

Estamos inseridos em uma realidade de mercado extremamente competitivo, dinâmico e que exige inovação constante por parte das empresas. É preciso sempre estar atento a redução de custos, melhoria das técnicas e estratégias para maior lucro, e quando se trata de logística tudo fica ainda mais concorrido.

No post de hoje vamos mostrar os pilares básicos desse setor, que são essenciais para o sucesso de qualquer empreendimento. Vamos lá?!

Planejamento

Para lidar com a logística você precisa de um planejamento inteligente a nível estratégico, tático e operacional.

O planejamento estratégico envolve as fábricas, centros de distribuição, localização de parceiros e fornecedores, ou seja, tudo que envolve a rede de logística do negócio. Já o planejamento tático é o que vai definir o modo de usar os recursos, para que a demanda do consumidor seja sempre atendida independente das variáveis.

E no nível operacional estão os a produção, movimentação de materiais, o sistema de frotas, etc. É aqui que os problemas de quebra de equipamentos, pedidos cancelados e divergência de inventário são resolvidos.

Visibilidade da frota

Não estamos falando de propagandas publicitárias mas sim de um conhecimento aprofundado sobre o cliente e a rastreabilidade dos produtos, tanto internamente quanto quando os objetos são encaminhados para entrega.

Assim a oferta e demanda ficam mais balanceadas e isso reduz despesas e otimiza a qualidade dos serviços prestados.

Gestão de frotas

A gestão de frotas engloba as atividades que gerenciam os veículos pertencentes à uma mesma empresa. Essa estratégia integra recursos, informações e sistemas e deve seguir algumas orientações:

  • As transações devem ser automatizadas para reduzir tempo, custo e erros humanos
  • Compartilhar os cronogramas, dados de estoque e demanda
  • Criar uma rede de colaboração para responder às mudanças no mercado

O que também ajuda na gestão de frotas é ter dados analíticos como base para monitorar os veículos. E ficar atento aos custos também é importante para identificar os gastos com maior precisão.

Para ter um setor de logística funcionando de forma inteligente é necessário ter visão de futuro, flexibilidade e dinamismo. Por isso também é importante investir em alguns recursos tecnológicos que facilitam todos os pontos que citamos no decorrer do texto.

Como ter o controle financeiro da sua empresa

Toda empresa deve se preocupar com o setor financeiro, afinal se um negócio não gerar lucro qual o sentido de mantê-lo? Mas essa não é uma tarefa fácil, os empresários e gestores devem estar sempre atentos na busca constante por estratégias que ajudem a controlar os gastos, investimentos, lucros e prejuízos.

No post de hoje vamos falar de algumas ferramentas que podem facilitar na hora de fazer esse controle financeiro. Vamos lá?

Plano de negócios

Não importa o porte da sua empresa, o começo da sua estratégia financeira começa no plano de negócios. É ele quem vai conduzir o negócio para o caminho certo e mostrar as saídas se caso dê errado. Planejamento é a palavra de ordem, você precisa dele para ter as contas em dia e detalhar as ações que envolvem dinheiro. Uma empresa sem planejamento tem muito mais chances de fracassar.

Controle do fluxo de caixa

Ele se baseia na precisão que você vai ter em fiscalizar as entradas e saídas e não dar brechas para erros. É muito importante colocar os valores exatos, itens extras, e pensar com cuidado em cada demanda que surgir ao longo do caminho. Essa revisão nos gastos pode ser feita todos os dias, mensalmente, semanalmente ou de 15 em 15 dias, isso vai variar de acordo com o tamanho da sua empresa e do fluxo dos negócios.

Acertando os valores do seu produto ou serviço

Colocar preço nas coisas não é uma tarefa fácil, você deve fazer um estudo de viabilidade do que está vendendo para pode chegar a um valor ideal. Também é importante ver a aceitação desse produto ou serviço no mercado, o perfil do cliente em potencial, a margem de lucro e concorrência.

Ferramentas de gestão

A tecnologia é uma ajuda válida na hora de controlar o setor financeiro de uma empresa. Existem softwares de gestão que facilitam o processo, armazenando em um só local todas as informações financeiras, deixando de lado as várias planilhas e papéis, e é uma forma segura de ter seus dados salvos. Sem contar a possibilidade de acesso de qualquer lugar que você esteja.

Seguindo essas dicas o seu controle financeiro empresarial será muito melhor e você poderá minimizar os prejuízos. Invista nesse campo e o seu retorno será garantido!

O poder das mídias sociais para as empresas

A sua empresa pode ser grande ou pequena, estar começando ou já estar consolidada no mercado, pouco importa: a realidade é uma só – ou a sua empresa marca presença na Internet, ou ela vai ficar para trás. E todos nós sabemos que, com uma economia em crise e uma concorrência global crescendo em nível acelerado, ficar para trás não é uma opção.

Ainda assim, quando o assunto é utilizar a Internet como ferramenta para alavancar seus negócios, muitos empresários ainda apresentam uma certa relutância… Por isso, vale aqui reassegurar: não há razão alguma para se ter medo. Se bem utilizada, a Internet pode ser uma ferramenta de peso na hora de fortalecer a sua marca, tornando-a mais visível e acessível aos consumidores e potenciais novos clientes.

Existe um aspecto, em particular, do uso da Internet que merece uma atenção toda especial por parte da sua equipe gestora: trata-se do uso das mídias sociais. Vamos começar pelo começo: você sabia que existe uma diferença entre os conceitos de rede social e mídia social? Não? Então calma que a gente já te explica:

Rede Social x Mídia Social

As redes sociais são ferramentas desenvolvidas para conectar pessoas, permitindo uma interação de forma mais direta e pessoal. É o caso, por exemplo, do Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn e do “primo feio” Google+. O uso de redes sociais está em franca expansão no mundo todo: até o ano passado, já éramos mais de 2,8 bilhões de pessoas conectadas através de sites ou aplicativos de redes sociais. É claro que, para além das redes mais conhecidas e genéricas, como as mencionadas anteriormente, existem ainda aquelas redes sociais que se dedicam à um setor ou nicho específico: é o caso, por exemplo, das redes TripAdvisor, que foca no segmento de viagens, turismo e hotelaria, Houzz, voltada para arquitetos e designers de interiores, e Empreendemia, voltada para empreendedores.

O conceito de mídias sociais, por sua vez, é mais amplo. Ele engloba também a noção de rede social, mas não se limita a ela. Por mídias sociais entendemos todos os meios – mídias – que permitem comunicar uma dada informação às pessoas. Redes sociais são mídias sociais, assim como também o são blogs, vídeos e newsletters, além de publicações não-digitais, como jornais e revistas. Por isso, ao defender o uso de mídias sociais para alavancar o seu negócio, deve-se pensar bem além do simples uso do Facebook.

A grande vantagem para a sua empresa, ao apostar em mídias sociais digitais, é que elas permitem uma maior interatividade entre o lead ou cliente e a sua marca. E é justamente essa interatividade que fornece os meios para o estabelecimento de uma relação de longo prazo.

Mídias sociais: como usar?

O mercado tem experimentado uma verdadeira revolução na forma de interagir com essa nova geração de consumidores. A geração anterior estava focada no produto: bastava oferecer um produto ou serviço de qualidade para garantir a satisfação do consumidor. A nova geração, contudo, está bem mais exigente e consciente das alternativas que a Internet lhe proporciona. Justamente por isso, é na experiência de compra que esses novos clientes estão focados.

A experiência de compra implica conhecer as necessidades e expectativas do seu consumidor, e ser capaz não só de atendê-las, mas de ir além. Nesse contexto, as mídias sociais são um grande aliado da sua empresa.

Através de publicações em blogs e redes sociais, a sua empresa tem a oportunidade de fazer o primeiro contato com futuros clientes, atraindo leads, e de apresentar a sua identidade de marca. É importante focar nos valores defendidos pela marca e buscar oferecer conteúdos que apresentem a visão da empresa e que sejam ao mesmo tempo relevantes e significativos para o nicho de mercado em que a sua marca atua. Criar essa identificação do consumidor com a marca tem que ser o objetivo primeiro da sua empresa ao se lançar nas mídias sociais.

Um objetivo paralelo é garantir que a sua empresa seja conhecida pelo maior número de internautas possível. As estratégias para isso são variadas: técnicas de SEO podem garantir um melhor posicionamento da sua página e das suas publicações em redes sociais nas buscas realizadas no Google e buscadores afins. Pode-se ainda investir em campanhas patrocinadas que sejam direcionadas ao seu nicho de mercado: Facebook e Google possuem ferramentas específicas para isso. Uma terceira via, que é certamente a de maior efetividade e menor custo, é investir na qualidade dos conteúdos publicados pela sua página – garantindo que sejam compartilhados nas redes sociais e que atinjam, assim, amigos e familiares dos seus leitores-alvo.

Redes Sociais: melhorar o relacionamento com cliente

Muitas empresas têm utilizado as mídias sociais, em especial as redes sociais, como um upgrade dos canais de comunicação tradicionais com os clientes. Além de permitir uma interação mais personalizada, os uso de redes sociais para comunicação direta é menos burocrático e mais ágil, do ponto de vista do cliente, agregando, assim,  valores positivos à marca.

As redes sociais permitem ainda uma avaliação mais precisa, por parte dos gestores, do alcance e receptividade do público à determinadas ideias ou produtos. Essa informação pode guiar futuras publicações e/ou ações de marketing, permitindo ir ao encontro daquilo que busca o seu público alvo, estreitando laços e construindo um relacionamento de sucesso.

Ferramentas de apoio: conheça o perfil do seu público-alvo

Para maximizar os resultados do uso de redes sociais, é recomendável buscar consultoria de especialistas em marketing digital. Entre as ferramentas oferecidas por esse segmento, estão a produção de conteúdos, uso de técnicas SEO e a gestão das redes sociais da sua empresa.

Outro ponto a se considerar é o investimento em ferramentas de gestão online, como  sistema ERP, que permitam delinear, com clareza, o seu público alvo, bem como os produtos ou serviços mais buscados pelos seus consumidores, focando em automação comercial permitindo assim o melhor controle desenvolvimento das suas ações em mídias digitais.

Existe época do ano melhor para reformar a casa?

Com planejamento, é possível fazer uma reforma sem dores de cabeça

A reforma da casa normalmente é um período de estresse. Para que isso não aconteça e para evitar possíveis dores de cabeça é indicado que se faça um planejamento antes de começar qualquer reforma, por menor que seja. Mão de obra qualificada, matérias de construção de qualidade, engenheiros e arquitetos são gastos necessários para a eficácia da sua a reforma.

Se a reforma for grande, muitas pessoas optam por sair de casa. Alugar uma casa ou morar com familiares durante a reforma é uma boa opção para fugir do barulho, sujeira e incômodos que inevitavelmente as obras causam. O que não se pode esquecer é que as mudanças feitas são para um maior.

A organização e programação da reforma começam desde o momento que você decide que quer mudar algo. Por exemplo, quanto a melhor época do ano para fazer a reforma, você deve levar em conta o período de chuvas da sua cidade. Não tem como reformar uma casa externamente durante a chuva, então opte por meses de verão.

O orçamento também é um ponto importantíssimo antes de começar a obra. Com um engenheiro ou arquiteto, é possível que o cliente passe as ideias para o profissional e este, que analise a viabilidade da obra e se o orçamento se encaixa ou não ao cliente, fazendo as alterações necessárias. Com um profissional, também é possível ter um cronograma da obra, essencial para que o morador se programe.

Quanto aos materiais de construção, as lojas realizam promoções em diferentes épocas do ano, e uma dica é, mesmo que não tenha começado a reforma, compre os materiais. Comprando e estocando você garante redução de seus custos quando efetivamente começar a reforma, já que os materiais já foram pagos. Lembre-se que a escolha dos materiais é de profunda importância. Materiais de construção de baixa qualidade resultam em obras futuras.

Você sabe como funciona um software de gestão?

O software de gestão não é simplesmente a aplicação do senso comum básico às práticas comerciais. Na realidade, é um conjunto reconhecido de ferramentas e processos de software que, quando usadas juntas, simplificam os sistemas corporativos, com foco no tempo do empregado e no dinheiro da empresa, onde ele pode gerar o maior retorno.

Em resumo, um bom software de gestão empresarial é aquele que trás praticidade para as atividades da sua empresa.A proposta é que o sistema financeiro, cadastro de clientes, comercial, relação com a contabilidade e outros processos da administração e das finanças estejam organizados em um único software.

gestão empresarial

Uma ferramenta crucial no tratamento da complexidade

O foco principal do software de gerenciamento bem projetado é reduzir a complexidade e permitir que os gerentes saibam exatamente o que está acontecendo dentro de sua organização. Na maioria dos casos, à medida que as empresas modernas crescem, elas se tornam mais complexas. Eles se estendem geograficamente, adicionando escritórios e funcionários. Eles adicionam novas linhas de produtos, que exigem processos de fabricação e campanhas de marketing. E eles adicionam novos níveis de gerenciamento para lidar com a complexidade.

Toda essa expansão tem um custo, conhecido como complexidade. Se não for controlado, o crescimento da empresa pode levar à duplicação de pessoal, perda de controle sobre o comportamento da equipe, perda de controle de qualidade e comunicação precária entre muitos problemas potenciais. Isso faz com que as empresas de sucesso sejam cautelosas sobre o crescimento rápido demais.

O software de gestão comercial é uma ferramenta vital para as organizações que procuram expandir com segurança. Embora suas operações e receitas estejam crescendo, as empresas com uma estratégia de software de gerenciamento no local que funciona são capazes de manter suas estruturas livres de ineficiência.

Qual forma um sistema de gerenciamento de software leva?

O software de gestão ou ERP cloud é principalmente uma ferramenta unificadora, pois trazem processos importantes da empresa como fabricação, marketing, gerenciamento de inventário, pessoal, gerenciamento de relações com clientes ou investigação de produtos.

A maioria dos pacotes são coleções de bancos de dados. Eles armazenam os dados da empresa à medida que são criados, tornando-o compreensível para os gerentes e armazenando-o para uso futuro. Esses dados podem incluir qualquer coisa da lista de materiais para ações do produto, faturas não paga ou ordens de compra.

Que tipos de empresas usam software de gestão?

Em termos gerais, o software de gerenciamento foi adotado de forma mais rápida e extensiva no setor de manufatura. É naturalmente adequado para empresas que precisam equilibrar o fluxo de materiais com demandas de compra e condições de mercado. Isso se aplica ainda mais se a empresa em questão opera uma estratégia de fabricação just-in-time em princípios de fabricação enxuta.

A experiência do dia-a-dia em sistemas de gerenciamento de software

Se forem adicionados de forma apropriada e habilidosa, o software de gerenciamento permitirá que todos os funcionários desempenhem suas funções de forma mais eficaz. Os funcionários terão acesso a informações ao vivo sobre seu próprio departamento ede outros. Eles podem se coordenar de forma mais eficiente entre si, bem como com os gerentes.

Principais funcionalidades de um ERP (Software de Gestão Empresarial)

O ERP é um sistema completo que integra qualquer processo de negócio de uma empresa, centralizando todas as informações e mantê-lo sempre disponível e atualizada.

Este modelo automatiza cada um dos processos de gestão de negócios, tornando primeira a utilização e principalmente a eliminação de ligações entre os sistemas. Assim, informações de fabricação, logística, finanças e até mesmo recursos humanos tornam-se fluidas e estão sempre disponíveis.

Este tipo de software, geralmente, inclui diversas ações independentes ou modulares que vão replicando dados para centralizar ou simplesmente não centralizar.

Existem outros programas baseados em bancos de dados que são arquivos separados que torna o acesso à informação e sua disponibilidade não é limitado e alterado, por vezes assumindo um problema desnecessário.

Conheça algumas funcionalidades do software:

  • Controle financeiro
  • Emissão de nota fiscal
  • Controle de estoque
  • Orçamentos
  • Vendas
  • Emissão de boletos
  • Controle de orçamentos e vendas
  • Controle de cotações online
  • Backup 24 horas por dia

A questão é que uma gestão organizada é o primeiro passo para o sucesso de qualquer negócio e, por isso, o melhor software de gestão empresarial deve dar todas as ferramentas para isso.

Seu escritório de advocacia precisa de um site! Entenda

A prospecção de clientes é uma das principais preocupações de um advogado quando administra seu próprio escritório. Esse aspecto se torna ainda mais imprescindível atualmente, quando a sociedade está inserida em plataformas digitais e para alcançá-las, apenas se rendendo aos meios online.

Mas nem todos os profissionais entendem a necessidade de criar um site, que hoje em dia, se torna fundamental para a manutenção de um fluxo constante e crescente de clientes em seu escritório.

Que informações o seu site precisa ter?

Parece óbvio, mas não custa reforçar. No seu site é necessário apresentar aos usuários as principais informações sobre o escritório de advocacia. Ou seja, quais as áreas de atuação e os contatos dos membros, como um cartão de visitas em que os clientes possam encontrar todas as informações necessárias para entrar em contato.

Currículo

É interessante também adicionar um pequeno currículo dos membros do escritório, pois a experiência é altamente valorizada entre os clientes e os profissionais. Neste resumo, deve-se incluir o histórico acadêmico, experiências profissionais e áreas de atuação.

Formulários de cadastro

Todo site de escritório de advocacia deve ter um seção onde os clientes possam se cadastrar. Esse tipo de ferramenta facilita na hora de fazer uma triagem e encaminhar os casos a advogados especializados. Esse cadastro também pode ser usado para o envio de newsletter do escritório, se assim o cliente demonstrar interesse em recebê-la.

Alguns cuidados

O site deve estar atento às regras de publicidade da profissão, que são reguladas pela OAB. Por exemplo, você não pode incluir os valores de honorários cobrados dos seus clientes. Para saber mais informações, acesse o Código de ética e Disciplina da profissão.

Notas de dinheiro estrangeiro para comprar franquias

Investimento com segurança: Franquias crescem e apresentam sucesso nos negócios

O setor de franquias apresentou um lucro de R$ 37,6 bilhões no segundo trimestre de 2017

Cada vez mais, o segmento de franquias está crescendo no país. Inovação, compartilhamento, modelo de negócios estruturado e crescimento coletivo são uns dos pontos que trazem muitas vantagens. E cada vez mais empreendedores interessados em investir no novo plano. De acordo com Associação Brasileira de Franchising (ABF), o setor faturou R$ 35,2 bilhões no segundo trimestre de 2016. Este ano, o faturamento chegou a R$ 37,6 bilhões, 6,8% a mais em relação ao mesmo período.

Os segmentos que mais registraram aumento na receita trimestral e impactaram no lucro das franquias foram:

  • hotelaria e turismo (crescimento de 10,1%)
  • saúde, beleza e bem-estar (9,4%)
  • casa e construção (8,6%)
  • entretenimento e lazer (7%)
  • comunicação, informática e eletrônicos (6,6%)

Mesmo em tempos de crise, os resultados indicam a qualidade do modelo para quem deseja iniciar ou expandir seu negócio.

Confira também esta especialista em franchising, que fala as franquias que são tendência para 2017:

De acordo com o diretor de Relacionamento e Mercado da ABF para a Agência Brasil, Cláudio Tieghi:

“O setor de franquias cresce apesar da dificuldade da crise e apresenta a capacidade do brasileiro de ser um empreendedor”

As vantagens estão na consolidação do negócio em relação a um investimento novo, que ainda não foi desenvolvido.  

O brasileiro empreende cada vez mais

“Se você pegar a série histórica, [a taxa de empreendedorismo] cresce ano a ano. Mostra uma tendência de aumento da propensão do brasileiro para se tornar empreendedor. Quando veio a crise no ano passado isso continuou, com uma coloração mais forte em termos de necessidade”, afirma. Segundo ele, o modelo de franquia tem vantagens e desvantagens. “A principal vantagem é que você recebe um negócio praticamente pronto. O risco tende a ser um pouco menor”, comenta.

Antes visto como uma aquisição de grande necessidade de capital, as franquias já apresentam investimentos menores e mais acessíveis para investir. As microfranquias avançam como alternativa, com investimento inicial pequeno, de até R$ 80 mil. A microfranquia apresenta como vantagem não apenas o baixo investimento, como também a possibilidade, em alguns casos, de trabalhar dentro de casa – diminuindo os custos de uma empresa com sede, necessidades de contratação e outros gastos. Pode ser aumentada, a partir dos ganhos, e também permitir outras microfranquias.

Segundo o diretor de Relacionamento e Mercado da ABF, Cláudio Tieghi, “a microfranquia é uma opção para pessoas com perfil técnico ou de gerente. Ela se equipara a uma oportunidade de substituição do emprego. Em vez de estar em uma empresa trabalhando, [o franqueado] pode desempenhar essas funções em casa. Ele pode também projetar e sair da realidade de microfranquia. Pode ter várias unidades no país ou migrar para uma franquia tradicional”, afirma.

Entrevista com Especialista em Franquias

Em entrevista ao Sebrae MS, o presidente do grupo Zaiom, Arthur Hipólito, falou sobre a importância de gerenciar o sistema de franquias para gerar lucros e também expandir o próprio negócio.

De acordo com ele, antes de mais nada, o empresário precisa se identificar com o negócio para um possível investimento, mas ao mesmo tempo, manter cautela em relação à demanda financeira exigida. “Ter uma identidade com o trabalho, depois avaliar o perfil do investimento que você vai ter que fazer, pois mesmo sendo um investimento pequeno é necessário ter uma reserva, uma forma de suportar os gastos”, explica.

Arthur Hipólito - Grupo Zaiom - Franquias Home-Based
Arthur Hipólito – Presidente do Grupo Zaiom

Entre vantagens e desvantagens, é sempre necessário frisar: como todo negócio, a microfranquia precisa de dedicação e disposição, já que a capacitação e o trabalho duro são essenciais para permitir que a empresa siga com lucros. “O que é mandatório na microfranquia é o total envolvimento da pessoa. Ela vai passar a fazer o trabalho em modalidade empreendedora. Muitas vezes nem tem funcionários ou tem poucos. A microfranquia é um negócio enxuto”, explica o diretor.

Investir em uma franquia por um sistema home-based, isto é, que você pode montar em casa, pode ser uma boa opção para quem quer começar um negócio. Investimentos de até 20 mil reais estão disponíveis para quem deseja uma opção barata de franqueamento, em áreas como viagem e turismo, limpeza e conservação, serviços gerais, saúde e bem-estar e alimentação. É importante, para o franqueado, a identificação com a área e com o tipo de negócio a ser investido.

Educação Empreendedora

O presidente Arthur Hipólito ressaltou ao Sebrae MS a necessidade do aprimoramento contínuo tanto para o empreendedor quanto para a empresa. “O pequeno empreendedor tem que ter a visão de que sua empresa é uma escola, se ele tiver essa visão ele vai para empresa com disposição pra aprender, melhorar suas falhas e crescer”, afirma.

Curiosidades sobre o setor de franquias