Arquivo da tag: dicas

Existe época do ano melhor para reformar a casa?

Com planejamento, é possível fazer uma reforma sem dores de cabeça

A reforma da casa normalmente é um período de estresse. Para que isso não aconteça e para evitar possíveis dores de cabeça é indicado que se faça um planejamento antes de começar qualquer reforma, por menor que seja. Mão de obra qualificada, matérias de construção de qualidade, engenheiros e arquitetos são gastos necessários para a eficácia da sua a reforma.

Se a reforma for grande, muitas pessoas optam por sair de casa. Alugar uma casa ou morar com familiares durante a reforma é uma boa opção para fugir do barulho, sujeira e incômodos que inevitavelmente as obras causam. O que não se pode esquecer é que as mudanças feitas são para um maior.

A organização e programação da reforma começam desde o momento que você decide que quer mudar algo. Por exemplo, quanto a melhor época do ano para fazer a reforma, você deve levar em conta o período de chuvas da sua cidade. Não tem como reformar uma casa externamente durante a chuva, então opte por meses de verão.

O orçamento também é um ponto importantíssimo antes de começar a obra. Com um engenheiro ou arquiteto, é possível que o cliente passe as ideias para o profissional e este, que analise a viabilidade da obra e se o orçamento se encaixa ou não ao cliente, fazendo as alterações necessárias. Com um profissional, também é possível ter um cronograma da obra, essencial para que o morador se programe.

Quanto aos materiais de construção, as lojas realizam promoções em diferentes épocas do ano, e uma dica é, mesmo que não tenha começado a reforma, compre os materiais. Comprando e estocando você garante redução de seus custos quando efetivamente começar a reforma, já que os materiais já foram pagos. Lembre-se que a escolha dos materiais é de profunda importância. Materiais de construção de baixa qualidade resultam em obras futuras.

Seu escritório de advocacia precisa de um site! Entenda

A prospecção de clientes é uma das principais preocupações de um advogado quando administra seu próprio escritório. Esse aspecto se torna ainda mais imprescindível atualmente, quando a sociedade está inserida em plataformas digitais e para alcançá-las, apenas se rendendo aos meios online.

Mas nem todos os profissionais entendem a necessidade de criar um site, que hoje em dia, se torna fundamental para a manutenção de um fluxo constante e crescente de clientes em seu escritório.

Que informações o seu site precisa ter?

Parece óbvio, mas não custa reforçar. No seu site é necessário apresentar aos usuários as principais informações sobre o escritório de advocacia. Ou seja, quais as áreas de atuação e os contatos dos membros, como um cartão de visitas em que os clientes possam encontrar todas as informações necessárias para entrar em contato.

Currículo

É interessante também adicionar um pequeno currículo dos membros do escritório, pois a experiência é altamente valorizada entre os clientes e os profissionais. Neste resumo, deve-se incluir o histórico acadêmico, experiências profissionais e áreas de atuação.

Formulários de cadastro

Todo site de escritório de advocacia deve ter um seção onde os clientes possam se cadastrar. Esse tipo de ferramenta facilita na hora de fazer uma triagem e encaminhar os casos a advogados especializados. Esse cadastro também pode ser usado para o envio de newsletter do escritório, se assim o cliente demonstrar interesse em recebê-la.

Alguns cuidados

O site deve estar atento às regras de publicidade da profissão, que são reguladas pela OAB. Por exemplo, você não pode incluir os valores de honorários cobrados dos seus clientes. Para saber mais informações, acesse o Código de ética e Disciplina da profissão.

Novas regras para desistência de imóveis

Governo estuda nova medida provisória que pode prejudicar o consumidor

Muitas vezes investir em um imóvel sem o devido planejamento se torna um peso no orçamento, ou mesmo problemas com a construtora faz com que o comprador desista da compra, e esse processo é conhecido como distrato de imóveis.

Todas as consequências da desistência na negociação de um imóvel devem ser definidas em um contrato, com cláusulas exclusivas para quem compra e para quem vende. Inúmeros são os motivos para que ocorra uma quebra de contrato, e a rescisão indica se o comprador perderá o montante e pagará multas contratuais ou se receberá os valores com direito a indenização.

A nova medida provisória apresentada pelo Governo cria regras para quando o comprador desiste de um imóvel na planta, ou em construção. E esse assunto tem levantado debates sobre o lado negativo dessa decisão, tanto entre os especialistas, como entre os consumidores, pois é uma medida que pode complicar a situação desses compradores.

A crise econômica fez com que o número de distratos crescesse no país, e por esse motivo os ministérios do Planejamento, da Fazenda, da Justiça e da Casa Civil decidiram discutir sobre esse tema. Segundo dados da Ademi-RJ (Associação de Dirigentes do Mercado Imobiliário do Rio), entre 2014 e 2016, ocorreram uma média de 137 mil quebras de contrato no Brasil. Muitos casos vão parar na justiça, pois na lei, se tratando de desistência, não há regras definidas quanto ao reembolso ao consumidor.

Atualmente o mutuário deve ter ciência sobre o valor de entrada estipulado no contrato, pois esse pode ser o mecanismo indenizatório na maioria dos casos, o que evita que as partes tenham que enfrentar a burocracia da Justiça para resolver o problema. Se o comprador desiste do imóvel por arrependimento ou furo no orçamento, as consequências podem variar desde a perda de parte ou totalidade dos valores pagos à multa.

No contrato deve estar presente o pagamento da multa, que varia entre 10% a 20% sobre o valor gasto até a data do distrato. Valores cobrados acima desse numero ou calculadas com base no preço do imóvel podem ser questionados na Justiça. Mas caso a desistência seja ocasionada pela empresa, o mutuário não precisa pagar a multa e ainda pode recorrer a uma indenização.

A medida provisória, discutida pelo Governo, pressupõe que haja uma punição mais rigorosa para o mutuário que desistir do contrato. Essa nova minuta propõe que seja retido até 50% dos valores pagos, ou seja, isso indica até 16% do valor do imóvel com o percentual de corretagem já incluso, no caso das unidades residenciais. Também está em discussão a permissão para que o incorporador devolva o dinheiro ao consumidor em um prazo de 180 dias ou até que imóvel seja vendido.

Existe uma lei específica para o tema tramitando no Congresso desde 2015, e vem sendo discutida para se adequar ao Código de Defesa do Consumidor. Essa medida provisória tende a barrar a construção da mesma e desconsidera a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça que considera abusiva retenções acima dos 25% do total pago pelo comprador.

Cursos online geram resultados?

Todo mundo sabe que se aprimorar pode fazer enorme diferença para a carreira depois de uma graduação. Mas será que os cursos online geram resultados? Um curso de inglês online, uma pós-graduação, mestrado talvez? Pergunto isso, pois até um tempo atrás, a ideia de fazer um curso pela internet parecia ser a maior dor de cabeça.

 

Além dos preços, a maioria dos consumidores também esperava encontrar métodos de ensino precários e falta de recursos para realmente aprender aquilo que procuravam. Hoje em dia, porém, a situação está completamente diferente. Não apenas os alunos, mas também as universidades começam a levar a sério aquilo que é considerado por muitos a maior revolução educacional dos últimos anos.

 

E você, está prestes a se aventurar no mundo dos cursos online? Confira algumas dicas:
– Trate como uma aula real: Para aproveitar realmente tudo aquilo que um curso online tem a oferecer você deve encará-lo com a mesma responsabilidade e atenção que dedicaria a um curso tradicional.
– Escolha cursos a distância que ofereçam aplicações práticas: Escolher um curso online exige tanta atenção quanto qualquer outra escolha acadêmica. O seu tempo e esforços são valiosos demais para investi-los em atividades que não trarão nenhuma aplicação prática em seu trabalho ou atividades cotidianas. Não se deixe levar pela empolgação de uma oportunidade gratuita.
– Aproveite certificados e reconhecimentos: Você deve aproveitar as oportunidades em que os diplomas são incluídos.
– Identifique as falhas em sua educação: Antes de escolher um curso online, uma atitude esperta é identificar quais são suas principais carências educacionais e aquilo que você realmente necessita trabalhar, diferenciando os resultados daquilo que você gostaria de aprender.
– Faça perguntas: Os cursos oferecem uma enorme quantidade de conteúdos aos estudantes, mas isso não significa que você estará imune às dúvidas ou questionamentos. Mesmo que as plataformas sejam excelentes em suas metodologias, nenhuma prática irá substituir a presença real de um professor e a interação ao vivo com ele em sala de aula.
– Fortaleça habilidades básicas: Um curso de arte moderna ou programação pode parecer uma ótima complementação para seu currículo. Por outro lado, aulas mais básicas podem ser muito mais úteis para sua rotina de trabalho e exigências diárias.
– Explore alternativas de carreira: Se você sonha em mudar de carreira ou de área em sua atuação atual, um curso online pode ser o primeiro passo ideal na busca por esse objetivo.